O QUE DIZ A IGREJA

O QUE DIZ A IGREJA


1. Há oposição às Mensagens?

Vassula diz: “Oposição, existe; como sempre houve! Foi assim também no tempo de Jesus. Ele disse: "O servo não é maior do que o seu Senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou” (Jo 13, 12-16). Por isso, todos os seus seguidores serão perseguidos. Diz Jesus: “Nestes vossos dias, os profetas que profetizam falsamente e anunciam toda a espécie de mentiras, avançam sem entrave algum: enquanto os Meus Próprios profetas, que vêm da Minha Boca, que abertamente declaram a Verdade, (...) são marginalizados e perseguidos...(AVVD-15 de abril de 1996).

As pessoas da Igreja que nunca ouviram um testemunho meu, nem ao menos leram as Mensagens, reagem negativamente, enquanto que os que me escutaram e leram o conteúdo das Mensagens me apoiam e são favoráveis”.

Apesar das oposições e das perseguições, as Mensagens estão se difundindo mais e mais.

Vassula diz que tem recebido de Deus a ordem de espalhar a mensagem e, quando algum clérigo lhe pergunta por que ela anda por aí espalhando-a, em vez de ficar em casa para cuidar das obrigações de dona de casa, ela diz que, se ela não fizer o que Deus lhe pediu, certamente será castigada: “Se eu tivesse escolhido este trabalho por mim mesma, poderia ser paga por ele, mas, como não o fiz, é uma responsabilidade que tem sido colocada nas minhas mãos. Mesmo que eles fechem a porta no meu rosto, eu subirei e entrarei pela janela”.

Jesus diz: “Acreditar é também uma Graça. Ter a fé é também uma Graça. Ver, ouvir e compreender as Minhas Obras divinas é também uma Graça; e todas são Graças dadas por Mim(AVVD-07 de setembro de 1987).

Quando Deus lhe dizia que ela seria perseguida, Vassula dizia: “Mas por quê, por quê?”. E Deus lhe respondeu que existem muitas pessoas com o coração fechado e duro, mas Ele acrescentou: “ ... não tenhas medo..., porque sou Eu que conduzo as coisas, Eu sou o Altíssimo(AVVD-03 de abril de 1987).

Vassula diz: “Quando me sinto perseguida, digo a mim mesma: eu sou apenas o instrumento que Deus escolheu para a Sua Obra, que não é a minha obra. Eles perseguem a Obra de Deus e não me perseguem a mim; por isso, por que razão ter medo? Deus é mais forte e Onipotente. Não fui eu que procurei esta missão e tão pouco procurei este caminho; por isso não tenho parte nesta questão. Devo fazer apenas aquilo que Ele deseja que eu faça. Devo obedecer a Deus. Quanto às pessoas que me caluniam, elas estão me facilitando o caminho para o Céu. Todas elas estão me prestando um verdadeiro serviço”.

O Senhor diz: “Alegra-te por eles te dizerem toda a espécie de calúnias a teu respeito”. “Alegra-te e sente-te feliz com o Meu Dom!(AVVD-11 de abril de 1989).

E Nossa Senhora diz: “Vassula, Minha filha, feliz serás quando te ultrajarem, te perseguirem e te caluniarem, por causa de Jesus. Alegra-te e sê feliz, porque a tua recompensa será grande, nos Céus. Foi também assim que perseguiram os profetas, antes de ti” (Mt 5, 11-12) (AVVD-07 de dezembro de 1988).

2. O que diz o Vaticano?

Vassula lembrou-lhes os dois anos e meio de estudos, tomados pela Congregação para a Doutrina da Fé (CDF), quando três dos seus teólogos receberam todos os 12 volumes dos livros de A Verdadeira Vida em Deus, na original língua inglesa. Cinco perguntas foram então feitas pela CDF para que Vassula respondesse. As respostas de Vassula às cinco perguntas foram consideradas satisfatórias, permitindo a continuação do processo através de correspondências entre o Cardeal Ratzinger e os Bispos do mundo inteiro e, posteriormente, informando aos bispos de alguns países que haviam feito perguntas, sobre os esclarecimentos feitos pela CDF. Este estudo da CDF culminou com o encontro de Vassula, em novembro de 2004, com o então Prefeito da CDF, o Cardeal Ratzinger, no seu Gabinete. Nesse encontro, somente cinco meses antes dele ser eleito Papa Bento XVI, o Cardeal Ratzinger afirmou que “a situação havia se modificado” e pediu sabiamente que as cinco perguntas da CDF, bem como as respostas de Vassula fossem publicadas em cada livro de AVVD daquela data em diante.

Durante os últimos anos, houve uma progressiva comunicação entre a Congregação para Doutrina da Fé (CDF) e Vassula. Essa comunicação modificou a situação que emergiu após a Notificação publicada pela CDF em 1995. A pedido do Prefeito da CDF, S.Ema. Cardeal Joseph Ratzinger, o diálogo entre Vassula e a CDF foi publicado nas últimas edições da AVVD pelo mundo todo. A publicação desse diálogo resultou em uma carta de 10 de julho de 2004, assinada pelo próprio Cardeal Ratzinger para alguns Presidentes de Conferências Episcopais Católicas que expressaram particular interesse por Vassula e seus escritos. Sua Eminência explicou-lhes em sua carta que a posição da CDF para com Vassula e seus escritos foi modificada. O Cardeal deseja que todos leiam as questões que foram feitas à Vassula e as suas respostas

Quando o Cardeal Ratzinger foi perguntado: "O que a CDF dirá a alguém que perguntar se a notificação é ainda válida?”. Sua resposta foi: "A situação foi modificada".

Obs: Importante ler os artigos abaixo. Poderemos encontrá-los no site oficial TLIG: www.tlig.org/pg/pgcdf.html

- O Diálogo entre Vassula e a CDF

- Cinco perguntas e respostas.

- Carta Original do Cardeal Ratzinger
- Carta do Subsecretário da CDF (hoje, Cardeal Grech)
- Comentário do Arcebispo Arguelles
- Comentário do Pe. Lars Messerschmidt

3. Opinião da Igreja Ortodoxa

A missão de Vassula e A Verdadeira Vida em Deus são conhecidas entre os Ortodoxos, e muitos leigos, Arcebispos e Metropolitas do mundo inteiro, apoiam Vassula, apesar de muita perseguição. Há aqueles que ainda não estão abertos para a Unidade e se opõem bastante pelo simples fato de ouvirem uma mulher falar de teologia.

4. Há diferença entre a Igreja Católica e a Ortodoxa?

A Igreja Ortodoxa é, em muitos aspectos, semelhante à Igreja Católica: preserva os sete sacramentos, o respeito a ícones e o uso de vestes litúrgicas nos seus cultos. Seus fiéis são chamados de cristãos ortodoxos.

No seu conjunto, a Igreja Ortodoxa Oriental é a terceira maior confissão cristã, contando, em todo o mundo, com aproxima-damente 250 milhões de fiéis, concentrados sobretudo nos países da Europa Oriental. As igrejas ortodoxas mais importantes são a Igreja Ortodoxa Grega e a Igreja Ortodoxa Russa.

Até o século XI, católicos romanos e ortodoxos têm uma história comum, que começa com a instituição da Igreja por Jesus Cristo e sua difusão pelos apóstolos. O Primeiro Concílio de Niceia, em 325, estabeleceu a Pentarquia, isto é, a organização da Igreja em cinco patriarcados, a cargo dos bispos de Jerusalém, Antioquia, Alexandria, Constantinopla e Roma, sendo o Bispo de Roma considerado o primus, isto é, o primeiro entre os patriarcas, embora muitos interpretem esse título como o primus inter pares, o primeiro entre iguais. Porém, quando a residência do imperador romano e o senado foram transferidos para Constantinopla, em 330 d.C, o Bispo de Roma perdeu influência nas igrejas orientais, em benefício do Bispo de Constantinopla. Ainda assim, Roma continuou a ter uma autoridade especial devido à sua ligação com São Pedro.3

Uma série de dificuldades complexas ocasionou um progressivo distanciamento entre Roma e os demais patriarcados. Primeiro veio a quebra da unidade política. Com a divisão do Império Romano (em 395), a queda do Império Romano do Ocidente (em 476) e o fracasso da tentativa de Justiniano I de reunificar o império (a partir de 535), Oriente e Ocidente deixaram de estar sob o mesmo governo. Mais tarde, com a ascensão do Islã, as trocas econômicas e os contatos por via marítima entre o Império Bizantino, de língua grega, e o Ocidente, de língua latina, se tornaram mais difíceis, e a unidade cultural entre os dois mundos deixou paulatinamente de existir. No século VIII, Roma colocou-se sob a proteção do Império Carolíngio. Criou-se assim uma situação em que as Igrejas, em Roma e em Constantinopla, estavam no seio de dois impérios distintos, fortes e autossuficientes, cada qual com sua própria tradição e cultura. Essa situação ensejou uma escalada de divergências doutrinárias entre Oriente e Ocidente (em particular, a inclusão, pela Igreja Latina, da cláusula filioque, no Credo Niceno-Constantinopolitano, considerada herética pelos ortodoxos) e a adoção gradativa de rituais diferentes. Ao mesmo tempo, acentuou-se a pretensão, por parte de Roma, de exercer uma autoridade inconteste sobre todo o mundo cristão, enquanto que Constan-tinopla aceitava somente que Roma tivesse uma posição de honra. Tais disputas levaram à ruptura, em 1054, entre a Igreja Católica no Ocidente e a Igreja Ortodoxa no Leste (Grécia, Rússia e muitas das terras eslavas: Anatólia, Síria, Egipto etc.). A essa divisão a historiografia latina chama Cisma do Oriente, e a oriental e anglo-saxônica, Grande Cisma (Wikipédia:Igreja Ortodoxa).

 

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