confissão

  • 01. Pecado e Confissão

    PECADO e CONFISSÃO

    PECADO e CONFISSÃO


    1. O que é pecado

    Vassula diz: “O pecado é quando nossos corações estão cheios de hostilidade, sendo hostil, arrogante, com falta de perdão, preconceito, dureza de coração, com gestos não caritativos”.

    Jesus diz: “O pecado é semelhante a um veneno em vós e, quanto mais tempo ele permanece em vós tanto mais doentes ficais, atirando-vos assim para mais perto da morte(morte espiritual). Quanto mais tardais em vos purificar dele, tanto mais vos arriscais a morrer. Podereis ser libertos e curados do veneno do pecado, se vos humilhardes a vós mesmos e vos derdes conta de que o único remédio para purificar os vossos pecados é passardes pelo arrependimento(AVVD-01 de junho de 2002).

     

    2. A confissão nos liberta

    Jesus diz: “Libertai-vos, com a confissão...(AVVD-30 de julho de 1990).

    Quando, no início, Jesus veio e falou em Confissão, Vassula não quis escrever, pois era contrária a ir até um padre e se confessar. Ela mesma disse a Jesus: “Por que eu tenho que ir a um padre se vos tenho comigo e posso assim me confessar direto com você?”. Jesus disse muito seriamente: “Vassula, você sabe que Sou Eu quem fala com você e estou dizendo a você que quero que você se confesse com um padre, pois ele me representa. Fui eu quem deu esta ordem”.

    A partir daí, Vassula passou a confessar-se, pois entendeu que se tratava de uma ordem dada por Jesus aos seus apóstolos. Entendeu que se não cumprisse as suas ordens, estaria sendo rebelde; e hoje o mundo tornou-se rebelde, não quer mais obedecer aos Mandamentos e aos preceitos do Senhor. E se não aceitarmos a Misericórdia de Deus, será aplicada a Sua Justiça a nós. A Justiça de Deus é tão grande como a Sua Misericórdia. Jesus diz: “Não digais: "Por que confessar-me? Não tenho nada a dizer ao meu confessor”. Não sejais, também vós, um dos que perderam o sentido do pecado; estais muito longe de ser perfeitos(AVVD-29 de setembro de 1989).

    Se soubésseis até que ponto é verdadeiramente alarmante o não conhecer a causa dos próprios pecados, o não sentir os próprios pecados e o ter mesmo perdido o sentido do que é bem e do que é mal!(AVVD-02 de outubro de 1989).

    Confessai os vossos numerosos pecados(AVVD-29 de agosto de 1989).

    Eu salvo todos aqueles que se aproximam de Mim. Respondo a todos com muita Compaixão, porque sei quanto sois frágeis e quão facilmente sois tentados pelo Tentador(AVVD-29 de setembro de 1989).

    Deus Pai nos diz: “Ai daquele que Me ofende, recusando a confissão e a absolvição, e vem receber o Meu Filho em estado de pecado!(AVVD-20 de março de 1991).

    Há muitas pessoas que me dizem: “Por que é que eu tenho de ir me confessar?”. E muitas destas pessoas já não se confessam, há oito ou dez anos, e mesmo assim vão à Sagrada Comunhão. Dizem: “Eu não roubei, não matei ninguém, não fiz nada de errado... por que é que tenho de me confessar?” Deste modo, eles estão a pensar que são perfeitos, pensam que são retos. Ora, eu digo: “Só pelo fato de julgardes que sois justos, já tereis de vos confessar. Realmente, amais a Deus, com todo o vosso coração e com toda a vossa mente? Amais o vosso próximo como a vós próprios? Estes são os Mandamentos de Deus. E ninguém pode dizer que os cumpre cem por cento. É por esta razão que nós devemos ir confessar-nos: porque nós não vivemos os Seus Mandamentos como Deus deseja que os vivamos.

    Jesus quer que todos nós nos confessemos pelo menos uma vez por mês.

    Existe ainda uma outra confissão. Deus quer que lhe peçamos per- dão a Ele diretamente, todos os dias, porque todos os dias pecamos, apesar de não desejarmos pecar. Deus explicou-me que é como quando nós tomamos um banho, de manhã. Ficamos perfeitamente bem; mas, desde que saímos do banho, verdade que não O vemos, mas o pó que gira no ar, por toda a parte, cai em cima de nós, e, no fim do dia, importa voltar a tomar outro banho. O pecado é assim mesmo. E, tantas vezes, nem nos apercebemos disso. É preciso pedir perdão a Deus, todos os dias”.

     

    3. Jesus perdoa sempre

    Jesus diz: “... vinde aos Braços do vosso Salvador, com as vossas culpas, que Eu vos purificarei e vos curarei, vos tornarei divinos, porque Eu sou a Divindade, vos tornarei perfeitos! Vinde a Mim como sois; não tenhais medo de Mim, que Eu sou um Deus de Amor, sou cheio de Misericórdia para com os miseráveis!

    Espero-vos ardentemente. O Meu Amor por vós étão Grandeque Eu, o Santo dos Santos, o Eterno e Soberano de toda a Minha Criação, Me inclino para vós para vos alcançar e curar as vossas enfermidades. Estou sempre no meio de vós, e até ao fim(AVVD-21 de novembro de 1988).

    Vem procurar-Me com simplicidade de coração; não fiques em dívida, com o teu pecado: pede perdão, que Eu Mesmo te perdoarei(AVVD-19 de junho de 1995).

     

    4. Pecado contra o Espírito Santo

    Vassula diz: “Se você vê os frutos da Mensagem de A Verdadeira Vida em Deus, e percebe a ação de Deus, a graça de Deus, e ainda afirma que não vem de Deus, mas do espírito do mal, então é um pecado contra o Espírito Santo. Isto foi o que Jesus chamou de pecado contra o Espírito: "Eles viram os milagres e boas obras e eles dizem que foram realizadas com o poder de Belzebu".

  • 02. Conversão

    CONVERSÃO e SANTIDADE

    CONVERSÃO e SANTIDADE


    1. Deus nos chama à conversão

    Vassula diz: “O sacrifício que Deus nos pede hoje é a conversão do coração. Ele deseja a profunda conversão dos nossos corações, a fim de que vivamos uma vida de oração contínua. Quer-nos perfeitos, como Ele é Perfeito”.

    O Senhor nos diz: “Sede perfeitos, como é Perfeito o vosso Pai que está nos Céus!(AVVD-10 de janeiro de 1989).

    Ele nos convida a sairmos do caminho dos vícios (orgulho, avareza, inveja, ira, luxúria, gula, preguiça) e a entrar no caminho das virtudes (humildade, generosidade, amor, gentileza, autocontrole, temperança, zelo).

    Satanás está nos atacando, sujando a imagem que Deus nos concedeu...

    Logo no início, Jesus pediu-me com insistência que mudasse a minha vida e vivesse santamente. Fez-me compreender que nós não podemos viver duas vidas. Não podemos alimentar dois amores. Temos que escolher. Não podemos ser a morada do Espírito Santo e, ao mesmo tempo, conservar dentro de nós, onde o Espírito habita, as nossas paixões. Ele Mesmo diz nas Mensagens: "Eu não quero encontrar, em vós, qualquer rival”. A conversão não deve nunca parar, deve ser como uma escada, cada degrau é um passo acima em direção ao Céu.

    Nossa Senhora diz: “Enquanto lutardes para serdes alguém, o Espírito de Santidade, que quer viver em vós, será sufocado pela vossa rivalidade. Não permitais ao vosso espírito que se torne um rival de Deus; fazei-vos pequeninos, a fim de que Ele cresça; permiti ao Seu Espírito que vos forme deste modo, no Caminho da Santidade. Lembrai-vos de que humildade, docilidade e abnegação de si mesmo, são as virtudes essenciais que agradam a Deus; e, com elas, vos tornareis pobres em espírito e, portanto, irrepreensíveis.
    “Amadíssimos filhos, Jesus foi humilde, mesmo ao ponto de aceitar a morte. Não sejais nunca daqueles que dizem:
    "Eu tenho tudo, sei tudo; e, por isso, não preciso dos conselhos de ninguém". Permanecei pobres, sede pobres e, desse modo, Deus, na vossa pobreza, poderá reinar e ser Rei em vós. Não consintais à vaidade que vos domine. Eu rezo, para que cresça a vossa santidade, n'Aquele que vos criou e cresça o vosso amor pelos outros, até transbordar, para purificar este mundo da maldade e da apostasia(AVVD-18 de janeiro de 1991).

     

    2. Os três estágios ou subidas que nos elevam à santidade

    Desapego, impassibilidade e intransitabilidade são virtudes angelicais.

    O Senhor nos diz: “Se permitirdes ao Meu Espírito Santo que vos invada, Ele pode transfigurar a vossa alma de um deserto num jardim (desapego), onde Eu possa descansar em vós; Se permitirdes, o Meu Espírito Santo pode transfigurar a vossa alma num palácio (impassibilidade), onde Eu possa ser Rei e reinar sobre vós; Se permitirdes que o Meu Espírito Santo transforme a vossa alma, Ele a transformará num Céu (intransitabilidade), onde Eu posso ser glorificado”.

    Nossas almas podem ser transfiguradas de um deserto num jardim, de um jardim num palácio e, de um palácio, num céu na terra, pelos degraus do desapego e da impassibilidade, afastando-nos das paixões deste mundo, e submetendo a nossa vida a Deus.

    O desapego é o primeiro passo: é morrer para si mesmo, morrer para os próprios desejos, e também para todas as coisas materiais às quais uma alma pode estar apegada.

    A impassibilidade é um mais alto grau de perfeição, no qual a alma é libertada das paixões terrenas, tem uma aversão a todas as coisas mundanas, uma aversão a todos os pensamentos maus e às ações más, e se deixa conduzir para os altos graus de contemplação. É uma rejeição total do mal. O Espírito Santo descreve este estado, dizendo: “E, muito embora tu venhas a estar sempre entre os homens, o teu espírito estará no Céu; e, embora o teu corpo se venha a mover entre os homens, a tua alma e o teu espírito serão como os dos anjos...
    Ensinar-te-ei a viver em Nós, a movimentar-te em Nós e a respirar em Nós…
    (AVVD-25 de outubro de 1995).

    Intransitabilidade é o mais alto grau de perfeição da alma, é um aspecto mais amplo da impassibilidade, um desapego da luxúria e da paixão, dos prazeres e desejos da carne.

    Deve-se entregar o próprio coração ao Senhor para que Ele o molde, para que Ele conduza a alma de purificação em purificação.

     

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